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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

50 coisas que aprendi assistindo o Chaves

1. Seria muito melhor ter ido assistir o filme do Pelé.
2. As crianças mexicanas têm rugas.
3. JAMAIS enconstar em alguém que esteja tomando um choque.
4. Seu Madruga paga o aluguel todos os meses. Por isso sempre deve 14 meses, não 15, 16, 17…
5. Brasilia já foi carrão.

6. Não basta ser o maior professor do mundo. Tem que ter um pouco de pepsicologia.
7. Pessoas bebem leite de burra.
8. Existe uma fruta chamada tamarindo.
9. O Quico é emo.
10. Devemos deixar os outros fazerem nosso trabalho para evitarmos a fadiga.
11. A vingança nunca é plena, mata a alma e envenena.
12. As tintas verde-limão são as mais baratas no México.
13. Não existe trabalho ruim. O ruim é ter de trabalhar.
14. Uma epístola é uma carabina, só que menor.
15. Azul marinho em inglês é blue marinho.
16. Equilibrar cabo de vassoura com o pé é maneiro.
17. Deixar uma casca e banana no chão pode causar um grande acidente.
18. O segundo episodio do Guilherme Tell é o mais caro do mundo. Por isso o Silvio Santos não comprou.
19. Alguns móveis são feitos de isopor.
20. Portas também.
21. Se me acordarem às 11h, tragam o café na cama.
22. Socos têm barulhos de sinos.
23. Sempre tem um filho da puta que rouba as moedas nas fontes dos desejos.
24. Leite é muito parecido com cimento.
25. “Quero ver outra vez seus olhos olhinhos em noite serena” é a talvez a única música mexicana que metade da população brasileira conheça.
26. Um cabo de vassoura com um lençol amarrado na ponta equivale a uma mala.
27. O pai do Quico na verdade está vivo, ele simplesmente fugiu de casa.
28. Alguns alunos são tão tímidos que nem os professores percebem sua presença em sala de aula.
29. Uma caveira significa prerigo. PRE-RI-GO.
30. Ninguém tranca as portas nas vilas mexicanas.
31. As marcas de catapora feitas com caneta hidrocor ficariam muito estranhas na TV Digital.
32. Qualquer Mcdonalds da América do Sul lucraria caso vende-se o Mc Sanduíche de Presunto.
33. Hector Bonilha é o Antonio Fagundes da América Central.
34. As pessoas boas devem amar seus inimigos.
35. Deus é um cara legal por não deixar as vacas voarem.
36. Os carrinhos feitos com caixas de sapatos são os mais maneiros.
37. Não é indicado deixar uma máquina de lavar no meio da sala.
38. Nunca acredite em boatos de que seus ídolos morreram num acidente de avião.
39. Bolinhas de tênis de mesa são parecidíssimas com ovos.
40. Pirulitos podem ter o tamanho de raquetes de tênis.
41. O trabalho infantil é legalizado no México.
42. Os roteiristas da série não sabiam o que era a aritmética.
43. O estilingue pode ser uma arma mortal.
44. Tem vez que Acapulco é no Guarujá.

45. Se você é jovem ainda amanhã velho será.
46. Pouco me importa se você quer. Compre.
47. Algumas pessoas são idiotas a nível executivo.
48. As dívidas são sagradas.
49. Se você quiser vir a ser alguma coisa, que devore os livros.
50. Se capivaras tivessem trombas seriam trapezistas em um circo tchecoslovaco.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sabe porque a aliança se usa no quarto dedo?

Existe uma lenda chinesa que conseguiu explicar de uma maneira bonita e muito convincente...

• Os polegares representam os pais.

• Os indicadores representam teus irmãos e amigos.
• O dedo médio representa a ti mesmo.
• O dedo anelar (quarto dedo) representa o seu cônjuge.
• O dedo mindinho representa teus filhos.

Agora junte suas mãos palma com palma, depois, una os dedos médios de forma que fiquem apontando para ti mesmo, como na imagem:


Agora tente separar de forma paralela teus polegares (representam teus pais). Você vai notar que eles se separam porque teus pais não estão destinados a viver contigo até o dia da tua morte, una os dedos novamente.


Agora tente separar igualmente os dedos indicadores (representam teus irmãos e amigos). Você vai notar que também se separam porque eles se vão, e tem destinos diferentes como se casar e ter filhos.


Tente agora separar da mesma forma os dedos mindinhos (representam teus filhos). Estes também se abrem porque teus filhos crescem e quando já não precisam mais de nós,se vão. Una os dedos novamente.


Finalmente, tente separar teus dedos anelares (o quarto dedo que representa teu cônjuge) e você vai se surpreender ao ver que simplesmente você não consegue separá-los.

Isso se deve ao fato de que um casal está destinado a estar unido ate o último dia da sua vida e é por isso que o anel se usa neste dedo.

Algo curioso e legal saber!

E-mail enviado pelo meu amigo Jessé, Fillet de Butterfly.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Kama Sutra

Todo mundo sabe o que é e do que se trata, mas e a história dele?



Com sua origem na Índia, ele atravessou a história da humanidade como símbolo de paixão, luxúria e se mantém tal qual era no início de nossos dias.
No entanto, o Kama Sutra é muito mais do que um compêndio de práticas eróticas...


UM TRATADO SOBRE TÉCNICAS PARA O AMOR


Pouco se sabe dos dados formais relacionados ao Kama Sutra: apenas que foi escrito na Índia pelo sábio Mallanaga Vatsyayana, entre os séculos III e V [???], e traduzido pela primeira vez do sânscrito para o inglês em 1883, utilizando diferentes versões que estavam circulando. Depois vieram inúmeras traduções e diversos formatos, para todos os idiomas e todos os cantos do mundo.

O nome provém de kama (consciência do gozo por meio dos cinco sentidos, da mente e da alma) e sutra (ensinamento). Combina os mecanismos sexuais taoístas dos livros de cabeceira chineses com os métodos de A arte de amar, do poeta romano Ovídio (43 a.C- 17d.C). Vatsyayana diferencia a paixão do amor e esclarece constantemente que essas regras não se aplicam aos apaixonados, que têm apenas que se deixar guiar por seus instintos.

O livro tem sete partes, com cerca de mil e duzentos versículos, nos quais o autor reuniu a tradição erótica hindu que já existia no século 1a.C. A segunda parte trata sobre sexo e explica as 64 artes que homens e mulheres devem dominar para se satisfazerem, com uma enorme enumeração de posições sexuais (+/- 500), beijos, abraços, arranhões e mordidas.

Com imagens surpreendentes, pelo menos para o leitor ocidental, já que o livro era dado como presente de casamento nos matrimônios hindus tradicionais, eram luxuosamente encadernados e tinha a função de ajudar o casal a consumar o matrimônio prazerosamente.

"Não há maneira mais eficaz de aumentar a paixão do que aquela que é realizada com unhas e dentes."
(Mallanaga Vatsyayana, autor do Kama Sutra)


No Kama Sutra há muitas regras e classificações. Ele enumera, por exemplo, nove maneiras de mover o lingam (pênis) dentro da yoni (vagina), oito variantes de sexo oral, oito categorias de arranhões e oito de mordidas, quatro tipos de abraço suave, quatro de abraços apaixonados e três de beijos. As posições são decididamente acrobáticas e o sexo é comparado a uma batalha, na qual podem ser executados vários golpes em diferentes partes do corpo.

O livro dá muito valor a importância do tamanho dos genitais:
De acordo com seu lingam, o homem é classificado em lebre, touro ou cavalo.
A capacidade da yoni de uma mulher a onverte em cerva, égua ou elefanta.

O Kama Sutra não se ocupa apenas das práticas eróticas, mas também da relação mais profunda entre homens e mulheres em sua totalidade. É um tratado para lhes ensinar o comportamento que devem ter diante do desejo e, cujas indicações deverão seguir para conseguir uma vida amorosa plena e feliz. De fato, para o hinduísmo, o sexo e gozo são tão necessários quanto os alimentos para o bem-estar do corpo. Os abraços dos amantes então, são o prazer supremo, e o amor insatisfeito, um abismo de sofrimento.

Para aprender esse saber maravilhoso e chegarem a paz interior, o homem e a mulher devem conhecer e cultivar os “três saberes” ou a “tríade” (as regras da vida que foram fixadas pelo Senhor dos Seres quando criou os homens).
Estes são:
Dharma -“Lei Sagrada” - são as leis relacionadas com a vida religiosa, o cumprimento das normas rituais, o respeito dos direitos e dos deveres da casta (classe social) na qual nasce;
Artha – “O Útil” – se refere às aquisições materiais –propriedades, terras, jóias e dinheiro. Se o soberano está bem, numa situação cômoda, seus súditos também estarão (Índia, neh =/);
Kama – “O Amor” – expressa o desejo erótico, o prazer. Tem a ver basicamente com amor e sexualidade.

Os homens e mulheres experientes nessas artes não terão problemas com a sociedade, serão bem apreciados pelos demais e recebidos em qualquer parte. Também serão excelentes companheiros sexuais e serão muito procurados por suas habilidades especiais. Particularmente as mulheres que estudaram as artes recebem o nome de Ganika (mulher de alta qualidade) e têm um posto de honra na sociedade.

Apesar de naquele tempo (e até hoje) a mulher ser tratada como ser inferior, um mero prolongamento do marido e feita somente para gerar rebentos, essa cultura paradoxal revela que, no âmbito erótico, a mulher desfrutava de paridade com o homem, podendo de certa maneira, reivindicar seus direitos na hora da cópula (sexo democrático).

Vatsyayana escreve no final da obra:

“Este tratado não foi feito para servir de simples instrumento para satisfazer nossos desejos. Uma pessoa que possua os autênticos princípios desta ciência, cultive cuidadosamente seu Dharma, seu Artha e seu Kama, e leve em consideração as práticas do povo, pode ter a segurança de dominar seus sentidos.”